Seguidores

Loading...

segunda-feira, 30 de julho de 2012

PARABÉNS, ITABUNA!



Bem ali no Cachoeira,
Ponto de passagem do tropeiro.
Surgiu o arraial de Tabocas à beira,
Daquele rio caudaloso e peixeiro.

Esta menina cresceste formosa.
Com braços abertos ao rio,
Como autêntica morena dengosa,
És princesa em brio.

Tens cor variada na pele,
Beijas a todos com singular sabor.
Não há quem a ela se rebele,
És a beldade, mimosa, a flor.

Itabuna, filho teu por adoção.
Em ti, tive parte no processo.
Olho-te como o azul da visão,
E enxergo, o teu franco progresso.

Na Olinto Leone, a praça.
Todo dia olhava para ela.
Lá estavam a beleza e a graça;
Só faltava a antiga capela.

Hoje cento e dois anos fizeste,
Ainda é uma pequena criança,
Que sempre festa nos trouxeste,
Com a firmeza de tua pujança.

Obrigado querida Itabuna,
Por um dia me acolher.
Tu és a forte coluna.
Que nos ensina a aprender.




AVISO: A partir desta data só visitarei e postarei as terças-feiras, face às muitas tarefas que se acumulam. Sempre que puder virei mais vezes.
Abraços a todos os meus queridos amigos seguidores.

domingo, 22 de julho de 2012

A VIAGEM

blog da Evanir



Debrucei-me sobre a janela de a Viagem de Evanir e pude experimentar cada momento de alegria (bem pouco) e sofrimentos vividos pela personagem central, Angelita. Não tem como não ler o livro e não se envolver com o sofrimento da personagem. Parece que fazemos parte dela.
É uma história comovente! A menina-mulher Angelita passa por todos os percalços, mas enfrentou a todos os problemas no desejo de um dia ser vitoriosa.
Foi ferida muito cedo em sua mais nobre dignidade, marcando-a para sempre. Contraiu um casamento sem amor e muito desastroso pelo caminho, mas o verdadeiro amor ela, por medo, deixou escapar por várias vezes.
No entanto, algo no campo do amor havia sido reservado para Angelita, descubram-no.
A Luconi foi felicíssima ao prefaciar o livro. Usou palavras dóceis e sábias frente à bela obra da Evanir.
Viaje, você também, nessa nave. Clique aqui e adquira o seu livro e veja que lição de perseverança e luta a autora tem para nos ensinar, além de um coração perdoador.
Beijos, querida Evanir!


Hoje eu vim até aqui só para deixar esse recado para a Evanir,pois a gripe que me acometeu é terrível e tem tirado todo o meu ânimo.
Assim que ficar bem, visitarei a todos.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

MINHA REDE





Na sala havia uma rede,
Outra na varanda espera.
Água na moringa para a sede,
Como no balanço da Severa.

Minha rede de um verde suave,
Deitava nela a cochilar.
No alpendre pousava uma bela ave
Como se, a mim, viesse cochichar.

Horas eu passava a embalançar,
Preguiçosamente, olhando a lua,
Um ar puro a projetar,
Em minha mente, a imagem tua.

Lia, em cada estrela, a mensagem
De sonhos sonhados ali.
Pareciam até bobagens,
Pura fantasia infantil!

Nela eu sempre descansava,
Em momentos de chato enfado,
Pra lá e pra cá, me balançava,
E sentia-me forte e equilibrado.

Da minha rede, a saudade.
Aquele cantinho acolhedor.
O cheiro da hospitalidade
Que a mim proporcionou.

Li uma linda mensagem poética lá no cantinho da SEVERA e resolvi versar esta .Beijos, Severa!

terça-feira, 17 de julho de 2012

domingo, 15 de julho de 2012

AMIGO




Palavra leve e sensível,
Fiel e companheira,
Não é desprezível,
Sempre verdadeira.

Quem tem um amigo,
Acha um grande tesouro,
É avisador do perigo,
Vale muito mais que ouro.

Não há conotação sexual,
Mas cumplicidade efetiva.
Nunca é desleal,
Não usa da ação acusativa.


Com um amigo conversar,
É algo compensador;
Em seus ombros, dores confessar
E  dele ouvir, a compaixão de amor.

Um amigo não se vende,
Porém o guarda no coração.
A confiança nele se prende,
Como a um ato de adoção.

O mau causa separação,
O amigo provoca a junção.
Ele ama a união,
E na desgraça, torna-se um irmão.

Há amizade que pouco dura,
Contudo o amigo é constante e fiel.
Não usa da usura,
É um lorde, um menestrel!

Tenho um grande Amigo,
Que me ensina a verdade.
Em Jesus encontro o abrigo
Que vale uma eternidade.




















































sábado, 14 de julho de 2012

O CIRCO CHEGOU





Bem aqui na avenida,
O circo armou a sua tenda,
E o povo vive a expectativa
De uma festa tremenda.

Um multicolorido legal,
O verde, o branco e o vermelho têm.
Tem nas cores o fenomenal,
Que embelezam e entretêm.

Num instante as luzes se apagam,
Quatro olhos aparecem na escuridão.
Parecem vaga-lumes que propagam,
Clarão para  o brilhar da atração.

No picadeiro estão,
Os palhaços fazendo confusão.
Cambalhotas no ar dão,
E a risada vem à multidão.

Fazem-se de crianças inocentes,
Esses palhaços divertidos,
Mas contam piadas ardentes
Que nos deixam de queixos caídos.

Já não existem animais,
A lei no espetáculo proibiu,
Assim maltratados, serão jamais.
A bicharada do circo sumiu.

O mágico, em cena, de repente,
Retira da cartola uma bola.
A garotada espera o finalmente
E o brinquedo vira uma argola.

Como aquela mágica ele fez?!
Ninguém sabe ,ninguém viu!
Mas a bola logo se desfez,
E outro objeto surgiu.

O pessoal boquiaberto,
Olhos atentos na distração,
Para ver se era descoberto,
O segredo da ilusão.

Jogos de luzes aparecem,
Águas transformam-se em várias cores,
E os olhos colírios recebem
Ao verem as danças dos amores.

Foi uma noite inesquecível,
Jovens, no trapézio, saltando.
O globo da morte, incrível!
Pensamentos voam, rezando.

O que era bom pouco durou,
Os artistas, para aplausos, se posicionaram.
O momento da fantasia à memória guardou,
E as cortinas, sob palmas, se fecharam.






terça-feira, 10 de julho de 2012

CAVALOS PAMPAS


Pelagem malhada.
“Bandidos” nos filmes western.
Encantam olhares.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

domingo, 8 de julho de 2012

LÁGRIMAS





Lágrimas caem,
O coração chora,
Os pensamentos esvaem,
A esperança aflora.

As lágrimas são mantimentos,
Em mim, derrama a alma
Sobre os meus sentimentos,
A paz de Deus me acalma.

Cinzas são como pão
Cujas lágrimas misturam à comida,
Mas firme é o coração
Que vê no alto a força perdida.

As lágrimas, os meus olhos molham,
Mas em Deus, minh’alma repousa.
Os caminhos do Senhor me acolhem,
Para descanso e pouso.

Mesmo que seja dolorosa,
As lágrimas de meu rosto,
Mas sei ser vitorioso,
E não sentir desgosto.



sexta-feira, 6 de julho de 2012

ERAMOS TRÊS






Éramos três irmãos
De um mesmo casamento.
Davamo-nos as mãos,
Num só sentimento.

Dois meninos e uma menina,
Um trio grandioso!
Ela era a heroína,
Desse laço afetuoso.

Maria Odete, a primeira.
Antonio Roberto, logo veio.
Joaquim Manoel, o derradeiro.
Três corações, um só devaneio!


Não crescemos juntos
Porque Odete fora levada ao céu,
Assim desfez-se o conjunto,
E rasgou-se uma parte do véu.

Ficaram  os dois garotos.
Expectativa da família dor.
Eram como se fossem brotos,
Da árvore que perdeu sua flor.

O tempo rápido passou,
Nova dor na família se instalou,
Foi Joaquim Manoel que voou
E na glória residência fixou.

Hoje me vem à lembrança,
Aqueles rostinhos amados.
Solitário a vida me alcança,
Sem os meus irmãos alados.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O MILHO QUE NÃO PLANTEI




Lá no fundo do quintal,
No monturo nasceu,
Uma planta do milharal,
Que sozinha cresceu.

Eu olhava aquela plantinha,
De um verde brilho elegante,
Sempre dava uma molhadinha,
Para que crescesse gigante.

Foi crescendo, foi crescendo,
E logo pendoou.
O amarelo lindo da flor rompendo,
Como o ouro que brilhou.

O pendão espiga virou,
Para a minha satisfação.
O pé de milho se orgulhou,
Do seu fruto amarelão.

Marquei o dia de colher,
Aquele cereal avantajado,
Mas vi o pássaro a comer,
O milho tão desejado.

Com o pássaro devorador,
Eu  muito triste fiquei
Porque ele foi o degustador,
Do milho que não plantei.



Dedicado às crianças: NENO, JOÃO FELIPE E PEDRO, lembrando de meus tempos infantis no sertão baiano.

terça-feira, 3 de julho de 2012

RIO, PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE.



Meu Rio, Rio meu!
Paisagens belas tens!
Em meu; no coração teu,
A alegria vem.

Patrimônio cultural da humanidade,
Merecidamente agraciado.
A tua face revela a identidade
De livre, singelo, amado!

Sempre te admirei,
Olhando-te de qualquer ponto.
Em ti, me debrucei,
Num Rio de encanto.

O Pão de açúcar lá de cima.
Vê um Rio em  agitado fervor.
O Cristo Redentor inclina
Seus braços abertos em amor.

Floresta da Tijuca, Copacabana,
Aterro do Flamengo, Jardim Botânico.
São paisagens metropolitanas,
De puro teor balsâmico.

Na direção do olhar,
Avista-se belo céu de azul.
E a estrela cintilante a contemplar,
Sua beleza de norte a sul.

Parabéns, Rio de Janeiro!
Por ser a primeira em paisagem cultural.
E que este título alvissareiro,
Não te sejas banal!

domingo, 1 de julho de 2012

A AMIGA BICICLETA




Veículo inteligente,
Que roda na cidade.
Não é agente poluente,
Um brinquedo de verdade.

Nem de combustível precisa,
Só dois pés no pedalar,
É transporte que prioriza,
A qualidade do ar.

Pra praia ou para o passeio,
Toda hora é companheira.
Nesse gostoso balanceio,
Ela corre e vai ligeira.

Na garupa a namorada,
Vê a paisagem passar,
A rola canta animada,
Para ela escutar.

Sobe e desce ladeira,
Sem precisar reclamar,
Nunca fica de canseira,
E leva a qualquer lugar.

Neste domingo lindo dia,
O amor, na praça, a abraçar.
Ao lado, a bicicleta companhia,
Para os pombinhos transportar.

Andar de bicicleta,
É a liberdade conquistar.
É como o moço poeta,
Que vive a sonhar!