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sábado, 31 de maio de 2014

LIVROS DA ANNE LIERI



                                                       MENINA VOADORA

Esta semana adquiri dois preciosos livros infantis da escritora e poeta Anne Lieri, conforme ilustração. Esses compêndios são divertidos e instrutivos, ao mesmo tempo. Acredito que a criançada vai se lavar, lendo essas estorinhas.
A Anne, como todos os seus amigos sabem, é uma escritora infantil que escreve com a alma e abnegação. A gente pode perceber isso através das linhas transcritas em seus exemplares.
Comprem os livros e deem  como presente no dia das crianças. Vocês não vão se arrepender.
Parabéns, Anne, pelo primoroso trabalho!

Tunin.

O EDUMARES, DISSE:

A Tartaruguinha Japonesa,
da escritora poeta Anne Lieri, livro infantil
menina voadora com certeza
seria ela pois menina muito gentil!

Inocente sem maldade criança,
tantas vezes maltratadas são
crescem na vida com fé e esperança
vencendo dolorosa repressão!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

INSENSIBILIDADE

                                                              starving children




Olhamos para o mundo, o que vemos?
Um montão de osso cambaleante,
Que sob um jugo repugnante,
Humanos quase sem vidas, temos.

Grito seco ecoa sem voz,
No peito lhe sangrando a dor,
Governantes insensíveis sem calor,
Receitam paliativos com efeito atroz.

Crianças famintas caem inertes ao chão,
Olhos vidrados choram misericórdia,
O homem insensato mal vê a questão.

Busca seu interesse, se dane o aflito,
Que sofre onde não existe a concórdia,
Por parte daqueles que negam o dito.


Tunin.



sábado, 24 de maio de 2014

PENAS NO AR




O vento chega soprando,
Levantando a poeira do chão.
Penas soltas ficam levitando,
Crianças atentas, logo em ação.

São penas colorindo o ar,
Voando como pássaro em revoada.
Não se detenha o meigo olhar,
Daquelas peninhas em retirada.

A criançada corre para a dança,
Tentando as penas pegar.
O gordinho do Zé sacode a pança,
Sem força para alcançar.

É um corre-corre geral,
Para ver quem pega mais pena,
No meio do redemoinho desleal,
Gostoso é participar daquela cena!

De repente o vento parado,
As penas começam cair,
A garotada decepcionada,
Desejando vê-las subir.

Mas não se fazem de rogado,
Coloca-as na ponta dos dedos, com avidez,
E com sopro forte e arrojado,
Fá-las subir outra vez.

Tunin.

Chica fez um vídeo captando a sensibilidade do voar das penas de ganso, então, voltei-me à infância.

Olha o que o Eduardo Maria Nunes disse:
Ave depenada não voar!
no campo a paisagem a florir
o vento sopra penas no ar
na terra elas irão cair.

O poeta inspirado sim,
não de penas, não com pena
com imaginação Tunin
escreveu sim um poema.

Estava lá uma garota,
diz ele decepcionada
estaria talvez a marota
pelo poeta apaixonada!

VEJA, TAMBÉM, O JORGE:

As tuas penas pairando
Geram encantamento
As crianças nelas soprando
Dão-lhes asas e movimento.




quarta-feira, 21 de maio de 2014

NA MADRUGADA...

                             
                                 IMAGEM: Casserengue Notícias: Maio 2012



Na madrugada te procuro,
Não consigo te encontrar.
Pensamentos voam sem parar,
Mãos vazias ao vento.

Um leve som ouve ecoar,
Pensa acalmar a mente minha,
Choro oculto o coração não continha,
Madrugada fria, calor não há.

Vagueio pelos portais da cidade,
Nas vielas te busquei,
Vestígios teus, não achei.
Alma minha, onde estás tu?

De repente a voz da amada minha,
Grita no seio da noite reticente.
O peito palpita contente.
Por que fizeste isso comigo?!



Olha o Eduardo Maria Nunes aí:

Tunin, escreveu, 
um poema na madrugada
quando apareceu
no céu a lua prateada.

Escreveu um poema,
como tantos outros
sempre lindo o tema
os poetas não são loucos.

Voam as andorinhas
vagueando pelos portais,
nas janelas as cortinas
nos telhados os pardais.

sábado, 17 de maio de 2014

O EMBORNAL





De retalhos se fazia,
Embornal de toda cor.
Farinha, arroz, feijão, conduzia,
E tudo o mais que for.

Até na escola era companhia,
Levava livros, lápis, caderno.
Usado também na montaria,
Simples utensílio, quase moderno!

Nas caçadas em noite de luar,
Éra companheiro do caçador,
Munição, lanche nele a acomodar,
Para suprimento do guardador.

Crianças brincavam de caçadinhas,
Com o bodoque, em punho, a mirar,
O embornal cheio de pedrinhas,
Para não faltarem na hora de atirar.

Em casa tinha um embornal,
No prego ficava pendurado.
Feito com cuidado artesanal,
Na memória, hoje, guardado.

Tunin.


Li um texto do Toninhobiraque mencionava o embornal. Lembrei-me do que ficava pendurado no prego no quartinho da bagunça de minha casa;resolvi rememorar.

CHEGOU EDUARDO MARIA NUNES:
Quando ia montado no burrico!
de manhã a caminho da fazenda
Com os pés, um em cada estribo
Levava no embornal a merenda.

Isso era noutros tempos,
hoje há novas modernices
são os empecilhos nojentos
que nos causam as chatices.

Os ricos viviam a gozar,
os pobres viviam da esmola
como eu tinham que trabalhar
Nem descalços iam para a escola.

Havia tanta miséria aqui,
neste país, que é Portugal
como muita gente também sofri
mas ainda não terminou o temporal!

Amigo Tunin gostei,
do que escrevestes está certo
nunca menti, nem mentirei
fazem do povo badameco!

Tenhas amigo Tunin, 
um bom fim de semana, um abraço.
Eduardo.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

ANIMAL

                       Imagem de رسومات خيالية

Árvore animal,
Come capim vegetal,
real, parece.


domingo, 11 de maio de 2014

RETRATO DE MÃE (MIRIAN)


                                                                        Imagem: SEMENTES PRECIOSAS


Você é mulher-mãe.
Dedicação tem, sem igual.
Cuida e a nada se opõe,
Companheira bela e ideal.

Sempre preocupada com as crias.
Suplica e pede a Deus em oração.
Trilha nessa bendita via,
Pratica o que fala seu coração.

Chora ou ri com emoção.
Sensível em situação qualquer,
Deseja dar, ao problema, solução.
É grande e formosa mulher!


Tem a grandeza na alma,
De ser mãe, grandiosa mulher,
Sentimento de nobre pureza e calma,
Simples como o bem-me-quer!

É sutil e tem delicadeza,
Verdadeira e muito caprichosa.
O fútil não tem largueza,
Vale mais que joia preciosa.

Uma singular mulher mortal,
Que defende seus filhos tal qual o leão,
Dotada de senso e visão divinal,
Verdadeiro retrato de mãe!
Tunin.


terça-feira, 6 de maio de 2014

CHORO NA NIGÉRIA.



Chora copiosamente a Nigéria,
Sem saber do paradeiro das meninas,
Invasores sem noção da miséria,
Causa-lhe grave desatino.

O grupo radical islâmico,
Invade o internato escolar.
Chibok fica no exclamo,
Estupefata, a lamentar.

Nossas filhas foram levadas,
Para lugares, não sabemos onde.
Certamente serão escravizadas,
Diz mulher angustiada, e se esconde.

O cristianismo é forte na região.
Entre meninos e meninas não há distinção.
Todos têm o mesmo direito à educação,
O islamismo não aceita esta posição.

O desejo é derrubar o governo,
E o estado islâmico ali se firmar.
Daí o insolente desespero,
Para aquele chão conquistar.

São mulheres que estudam um futuro,
Na medicina, engenharia, direito, então.
Se o governo não reagir com golpe seguro,
Os sonhos dessas garotas, não se concretizarão.

Chora a Nigéria, reclama o mundo
Por tão grande perturbação.
Que afaste o rosto iracundo!
E viva a libertação!




CHIBOK : cidade no estado de Borno na Nigéria, onde ocorreu o sequestro.


CHEGOU EDUARDO MARIA NUNES

Choro na Nigéria!
Deu origem a um poema
Tanta gente na miséria
Os maus não têm pena!

Por que razão as meninas,
Terão sido raptadas
Por radicais islamitas 
Das nações desgovernadas!

Pagam os inocentes,
Pelos erros dos outros praticados
Doutras religiões crentes
Grupos assaltante descontrolados!

Como sempre bela poesia,
Lindos versos Tunin escreve
Onde há tristeza, não há alegria
Quem pratica o bem, o bem merece!

Tenha uma boa noite, um abraço.
Eduardo.


segunda-feira, 5 de maio de 2014

ROUBAM-SE TUDO NO BRASIL

                                 

Na terra da impunidade,
Onde se pratica a roubalheira.
Muitos perderam a credibilidade,
Poucos ratos na ratoeira.

São quadrilhas especializadas,
Em toda espécie de delito,
Roubam-se cargas comercializadas,
Com a agilidade de perito.

Roubam a moça e o rapaz,
O menino, o velho e o soldado.
Nada deixam para trás,
Porque serão inocentados.

Até os pobres animais,
Têm vivido esse ato bestial,
Por incircuncisos criminais,
Cuja ação é brutal.

Nem o leão Rawell, no criadouro,
Fugiu das garras dos meliantes.
Levaram-no como se fosse ao matadouro,
Os insolentes assaltantes.

Aos governantes, atenção.
Leis efetivas e mais rigidez,
Aplicar eficiente punição,
Com presente rapidez.

Lesam-se tudo e todos no Brasil,
Do sem casa à família.
Vive-se tempo hostil,
Será culpa de Brasília?!