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sábado, 20 de novembro de 2010

COISA DE CRIANÇA



A criançada gostava
De na lagoa ficar
Eram pedrinhas que  jogava
Para o círculo se formar

Não sabia a razão
De o fenômeno acontecer
Se era científico ou não
Bom mesmo era o prazer
Tunin

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

TEU CORPO


Teu corpo sedutor,
Traduz sinfonia cascatar.
Como mão de construtor,
Vem ao meu corpo banhar

É monumento majestoso,
Causa arrepio cautelar.
Colírio fino e cintiloso,
Que dá brilho ao olhar.

Na estrada do corpo teu,
Paisagens lindas a conquistar.
O poeta quase se perdeu,
Mas voltou a se encontrar.

Encontrou o belo caminho,
Da estrada a percorrer.
Nas curvas sentiu o gostinho
E viu teu corpo tremer.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

AREIA DA PRAIA



A areia daquela praia,
Como pedra dura batia.
No bambolear da tua saia,
Suave perfume subia.

SÁBADO


Dia de pescaria,
Da gostosa feijoada,
Que festeja a alegria,
com a família e garotada.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MANIA DE VOCÊ

Minha mania é estar,
sempre perto de você,
o seu corpo apalpar,
no meu olhar lhe merecer.

No desenho do seu rosto,
os seus olhos castanhos fitar,
com prazer e muito gosto,
os seus lindos lábios beijar.

Tudo prá mim é prazer,
que me leva perceber.
Sinto saudades de você,
quando não poso lhe ver.

Você é minha intensa folia,
presença viva em harmonia.
Esse amor virou mania,
grande paixão, queria.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

JEITO DE AMAR


Madrugada de lua cheia
O moço tímido, apaixonado!
Cantava à sua amada
Lindas canções de ninar

A menina adormecida
Do leito singular
Percebia convencida
Aquele jeito de amar!

Pela fresta da janela
Olhava sem vacilar
O cantarolar enamorado

do menino a anunciar.

Quisera sussurrar o amor
Naquele coração extasiado
Para quebrar o silêncio 

da quente madrugada!

Tunin/.

sábado, 6 de novembro de 2010

VÉSPERA DE FERIADO


Véspera de feriado
Trafegam apressados
Transeuntes animados
Na estação rodoviária.

Passam homens, mulheres e crianças
Passam velhos e a moça faceira
Passa a vida, passa a beleza
Passa a natureza brejeira

Do meu canto aprecio
O desfile sutil
Daquela gente sem fama
Que seguia o seu trilho
A senhora trajando preto com brilho
Orgulhosa do seu modelito
Em plena luz do dia
Como se fosse fantasia.

Chega a hora da partida
Misto de choro e
alegria contidas,
o beijar saudoso
no coração ferido
de um  peito que grita 
no amado que fica.
Tunin