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sábado, 23 de abril de 2011

ABRIL

do google
Abril da esperança,
Abril do amor,
Abril da perseverança,
Cheio de valor.

Abril de realizações,
De bênçãos e favores,
De belas e infinitas ações,
Recheadas de sabores.

Abril do meu casamento,
Com uma linda menina flor,
Mirian seu nome de nascimento,
Juras de eterno amor.

Abril de definição,
Guardado com devoção,
Fixado no meu coração,
Abril de minha predileção.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

VINTE E DOIS DE ABRIL

DO GOOGLE
Hoje quinhentos e onze anos faz,
Que, em Cabrália, aportou Cabral,
Com naus e caravelas da paz,
Todos provindos de Portugal.

Por falta de pimenta, cravo ou cominho,
Portugal resolveu inovar,
Chegar às índias por outro caminho,
E as especiarias comprar.

Com treze cheias embarcações,
Do porto de Lisboa partiu,
Na cabeça grandes indagações,
 Por mar adentro seguiu.

Na costa d’áfrica, sem direção,
Uma calmaria lhe abateu,
Mudando a rota da embarcação,
Na ilha de Vera Cruz apareceu.

Para uns foi premeditado,
O desvio da expedição.
Para eles já estava traçado,
O roteiro de sua destinação.

Pelo sim, pelo não,
No caso, prefiro ser sutil.
O importante dessa ação,
O nascer do Brasil!

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Manhã chuvosa

do google
A chuva cai incessante,
Molha o capim, molha o chão.
Vejo pastos verdejantes,
Sinto carinho no coração.

Pela janela a chuva cai,
Desenhando cortina aos olhos meus.
O pensamento fixo perdura
Nos atentos sonhos teus.

Caindo a chuva lá fora,
Cutuca lembranças em mim.
Se à infância voltasse agora,
Prazer teria sem-fim.

terça-feira, 19 de abril de 2011

INDIO

do google
Cabral aqui encontrou,
Vindo de além-mar,
Um povo nu o espantou,
Com flechas a empunhar.

Alimentava-se da caça e pesca.
Preferência por humanos também.
Sua crença era como festa,
Que preservava como ninguém.

Usava a terra para plantar
da batata a mandioca,
corpo tingido a amostra,
na porta de sua oca.

Seu habitat, a floresta.
Conhecia e a  amava bem capaz,
De não a tratar como funesta,
Como o homem moderno hoje faz.

Em rios caudalosos a navegar.
Fisgando peixe ao montão,
Em sua canoa rudimentar,
Livre da poluição.

Hoje o índio é tratado,
Com descaso e indigência.
Não respeitam o seu legado,
Luta pela sobrevivência.

Terras e matas dele tiram,
Sem olhar nosso antepassado,
Os homens brancos só lucros visam,
Hora é de o índio ser preservado.

domingo, 17 de abril de 2011

NO CÉU

do google
Há um lugar no céu,
Preparado com muito amor.
Guardado para todo fiel,
Por Jesus, o executor.

Lá só há paz e amor,
Tristeza não tem lugar.
Jamais haverá dor,
Nesse nosso futuro lar.

Alegria e conforto sem fim,
Hei de no Eterno sentir,
Para exaltar o Deus vivo, sim.
E Sua voz para sempre ouvir.

Este lugar de salvação,
É para mim e para ti.
Basta abrir o coração,
e gozar as delícias dali.

Do alto nos espera Jesus,
Quando daqui, o fim da jornada.
Vem o raio de Sua divina luz,
Sobre a nossa definitiva morada.