Da noite para o dia,
Ilhéus amanheceu diferente.
Patinetes espalhadas pelas vias,
Inflando o ego da gente.
Voltei ao tempo de criança,
Da patinete feita de madeira.
Nela depositava minha confiança,
Ao deslizar pela ladeira.
Impulsionava com um pé no chão,
A moleca pegava o vácuo, em movimento.
Batia forte o meu
pleno coração,
Em meio ao audaz atrevimento.
Hoje, o veículo está moderno.
Elétricos, localizados por GPS.
Tem buzina, freio e até lanterna.
A gente usa e deixa onde quiser.
Nós, ilheenses, estamos animados,
Com o advento das charmosas patinetes.
Logo, ficamos apaixonados.
Como se fosse marinete.
TUNIN//ILHÉUS/
JANEIRO/2026.

