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domingo, 29 de maio de 2011

SOBRE DUAS RODAS

IMAGEM DO GOOGLE

Andar sobre duas rodas,
Neste domingo sem igual.
Aspirar o bom ar da rota,
Algo mais que  fenomenal.

É puro oxigênio, é liberdade,
Ouvir e sentir o sabiá cantar.
Sensação que nos liga à irmandade
Da  serra com  o bonito mar.

Abrem os braços, desce a ladeira.
Cabelos soltos, o vento a levar.
Sadia é a brincadeira,
Nesse gostoso passear.

Passa o rio, passa a floresta.
Passa João e passa Maria.
O melhor dessa festa,
É o prazer da alegria.

E assim o domingo termina,
Quando o cansaço descansou,
Prometendo uma semana fina,
Permeada de labor.

sábado, 28 de maio de 2011

FENÔMENO NATURAL

imagem do google


De repente o céu empoeirou,
Uma nuvem, em parafuso, formou.
Do ar sobre a cidade despencou,
Minutos após, tudo devastou.

Assim foi o violento tornado,
Que apareceu e a hora não marcou.
Redemoinho de vento desastrado,
Pela fúria, mortes  causou.

Dias de muitas agonias,
Vem passando o americano.
Fenômeno natural em teimosia,
Varre o Missouri e faz dano!

Que pode com esse turbilhão!?
Da direita para esquerda é a sua direção.
Parente próximo do temível tufão,
Cuja capacidade é a destuição.


Por onde ele passa,
Deixa perplexo o cidadão.
Arrasta caro, casa , faz  devassa,
Provoca imensa desolação.

É um cenário de guerra,
Em campo de concentração.
Onde tudo voa da terra,
Transorma, em poeira, o que está no chão.

terça-feira, 24 de maio de 2011

CAFEZINHO ( HOMENAGEM AO DIA DO CAFEZINHO)

imagem do google
De manhã ao acordar,
Bate um aroma da cozinha,
Líquido negro a fumaçar,
É o gostoso cafezinho.

Põe água na cafeteira,
Mistura o pó com excelência,
Sobe o café, fica na beira,
Vem de boa procedência.

Café feito na hora,
Tem gosto singular,
À maneira de outrora,
É saboroso degustar.

Neste outono friorento,
Que nos quer apoquentar,
Vem o precioso momento,
De o café nos esquentar.

Traz muita vivacidade,
Isto já foi consagrado,
A mente fica ativada,
É um prazer comprovado.



Das forças, é o revigorador,
Assim disse o aventureiro,
Tira ressaca, aplaca a dor,
É um grande companheiro!

Hoje dia do cafezinho,
Esse potente bom amigo,
Em qualquer lugar, tome um golinho,
Brindemos todos comigo!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

BULLYING ( apresentação dos alunos colégio Basílio)

imagem do google
Nós alunos secundaristas,
Do colégio Basílio,
Não somos fundamentalistas,
Mas aceitamos desafio.

Decidimos atacar,
Uma causa que apavora,
O bullying da escola tirar,
Numa ação que ejetora.

Fizemos um simples projeto,
Para nele explanar,
A causa e o objeto,
Do que vamos relatar.

Bullying ato de violência,
Praticado contra o indefeso,
Por aquele que tem na indecência,
O seu caráter de peso.

Tal indivíduo que tem,
Nessa bandeira, o prazer.
Precisa sentir que também,
O insultado é humano, é um ser.

Xinga, apelida, despreza.
Como se fosse uma coisa qualquer,
Acua, machuca, menospreza,
Não para, nem pensa sequer.

São violências físicas ou psicológicas,
Praticadas, pelo sujeito, com a intenção
De intimidar e agredir o outro sem lógica,
Apenas para satisfazer o seu coração.

Coração seco e cruel,
Plantado no peito cidadão.
Suas palavras têm gosto de fel,
Que se espalham como se fosse um canhão.

O agredido nada pode fazer,
Mal lamenta o seu sofrer.
O agressor vitória canta, ao dizer:
Hoje mais um infeliz, fiz padecer.

Esta perversa atitude,
Causa, à vítima, dano real.
Encobre a sua virtude,
Leva ao isolamento social.

Pedimos ao perseguidor de plantão,
Que repense sua atitude com decência,
Nunca banque o valentão,
Respeite e honre as diferenças.

Falta sentimento de humildade,
No gerador de preconceito.
Não sabe o que é verdade,
Nem nunca soube o que é respeito.

É preciso dar um basta,
Nesse bullying persistente,
Que chacoteia e faz graça,
Sem ser inteligente.


Tunin

domingo, 22 de maio de 2011

O MAR

imagem do google



Quem te conheces, ò mar!
Tua água é profunda, onda a falar.
Bate no cais a zoar,
Em brisa suave que tens para dar.

O sol encobre-se atrás da serra.
Cede lugar ao brilho luar.
Tu à minha frente não descerras,
O jeito maneiro de o amor, amar.

Hoje amanheceste sombrio.
Será por conta do gélido frio?!
Nem isto tira o teu brio,
És limoso e sutil.

Da janela beijo a tua cor,
Cadenciando o teu vagar.
O vento sopra sem amargor,
O teu cheiro a alma vem lavar.


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Canto afinado

do google
O canto que chega à alma,
Através de um pássaro mui amado.
Logo pelo romper da alva,
Soa alegre e afinado.

Entra o som pela janela,
Do meu quarto entreaberta,
Como a maciez duma flanela,
Que à minha mente desperta.

Pequeno passarinho
Que vive no alpendre,
Lá fez o seu ninho,
Cantando prá toda gente.

De presença mui frágil,
Canta, canta solitário.
Num chilrear franco e ágil,
Embeleza o cenário.


Continue com o belo canto,
Toda manhã, na mesma hora,
Sempre solto e bem pronto,
Por favor, não vai embora!

Eta bichinho melodioso!
Que pousa por aqui,
Com seu som delicioso,
É o meu lindo bem-te-vi.