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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

A INVEJA

imagem do Google

Sentimento de aversão,
O invejoso assim tem,
Ao que o outro tem e ele não,
Executa o que convém.

O coração do invejoso,
É terra que ninguém vai,
De caráter perigoso,
Cuidado, senão ele trai!

Arma dos incompetentes,
Como doença corrói.
São pessoas intransigentes,
Que na dor do outro dói.


Quem tem este sentimento.
Não consegue ter a paz,
Volte-se ao arrependimento,
E sinta a alegria que faz.

É fogo consumidor,
Difícil de ser apagado,
Ao buscar o redentor,
Tudo será dissipado.

sábado, 28 de janeiro de 2012

VAMOS BRINCAR UM POUCO?


Meme  Respostas  Íntimas







A amiga Elaine do blog: www.elaine-dedentroprafora.blogspot.com , convidou-me para participar de uma sadia brincadeira onde perguntas e respostas foram executadas em MEME RESPOSTAS ÍNTIMAS. Lembrei-me dos caderninhos CONFIDENCIAL que as meninas costumavam fazer nos meus tempos do antigo ginásio. Engraçado: as coisas vão e voltam!
Aproveito para convidá-los a conhecer as maravilhas que ela escreve.
VAMOS ÀS PERGUNTAS E RESPOSTAS.
Eis:
Nome do blog que você visita mais:
Visito todos que me acompanham. Sou mais assíduo nos da Chica.
Nome de uma pessoa que você não gosta:
Uma pessoa, em particular, não. Não gosto das más ações dela.
Quando vê uma mulher, o que você mais observa?
A graciosidade de seu andar.
Quando vê um homem, o que mais observa?
O caráter.
Como foi seu primeiro beijo e onde?
Numa tarde adolescente de uma fazenda.
Alguma vez já caiu da cama?
Sim.
A primeira palavra que disse hoje, ao levantar-se:
Obrigado, Senhor, por mais um dia que surge em nossas vidas.
Sua altura e peso:
Altura: 1,65m
Peso: 60 kg.
Diga cinco marcas de sua preferência.
Se gostar do material, não olho a marca.
Alguma vez já dormiu nu?
Não. Pode acontecer algum imprevisto durante o sono (Como a visita de ladrão, por exemplo).
Já chegou a beber a ponto de cair.
Não. Primeiro, acho uma imbecilidade beber até cair. Segundo, não tenho nenhum vício, graças a Deus.
Olha para o seu lado direito e diga-nos, o que vê?
Minha pequena biblioteca.
O que vai fazer depois que terminar o Meme?
Concluir minhas visitas, tomar um delicioso banho e olhar a rua.
Nome do último blog que visitou:
Menina Voadora.
O que diz sua mente:
Amar sempre, odiar nunca.
Dedique uma música aos amigos indicados:
DIVINO COMPANHEIRO, na voz de Luiz de Carvalho.
http://www.youtube.com/watch?v=2y1UPqUApMc&feature=related
Convido os blogs, abaixo, para participarem dessa lúdica tarefa:



Selinho recebido da amiga Elaine:



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Mais algumas trovas.

imagem do Google




O sensato vê o perigo,
Afasta e se esconde dele.
O insensato vai ao castigo,
E o mal recai sobre ele.

Quem dissemina maldade,
Colhe frutos de desgraça,
Quem exercita a bondade,
É abençoado, vive em graça.

O amor à sinceridade,
É dever do cidadão.
Conquista boa amizade,
E não leva à perdição.


Ignore gente orgulhosa,
Discussões acabarão.
Ela tem mente vaidosa,
Não merece afeição.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ALGUMAS TROVAS.

imagem do google



Ache a sabedoria,
Como se prata ou ouro.
Vantagem você teria,
Com esse belo tesouro.

Você um sábio se tornará,
Isto lhe trará prazer.
A maldade fugirá,
Pelo seu tão bom viver.

Quando vierem fortes ventos,
As tempestades chegarem,
Sabedoria com alento,
Para eles não perdurarem.

Você evita o imoral,
Não se associa a infiel.
Não paga o mal com o mal,
Nem traja de cascavel.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

MULHERES DO NAVIO

imagem do Google.



Shorts, óculos, chapéus.
Mulheres bonitas têm.
Sob o sol dos azuis céus,
Olham sem gastar vintém.

A praça lotada delas.
Elegâncias visuais.
Homens suspiram por elas,
E elas em seus cabedais.

Louras, mulatas, morenas.
Todas com graça mulher.
Moças formosas serenas,
Todos admiram e quer.

O navio apita chamando,
As mulheres irão partir.
Deixam corações chorando,
Dolorosa ação do ir.







terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A FORMIGA E O PREGUIÇOSO

imagem do Google



Certo preguiçoso andava por uma estrada, lentamente, pensando o que não iria fazer de sua vida. De repente, depara-se com uma correição que, ágil no seu caminhar, conduzia, num vaivém, sua alimentação para estoque.
O preguiçoso, parou, olhou, pensou e perguntou à operária: por que tanto trabalho para nada, senhora formiguinha?
A astuta formiga respondeu: porque não somos como o preguiçoso que dorme o tempo todo. Ele diz que vai dormir só um pouquinho, porém cruza os braços e nada faz e o tempo que não espera; passa.
E a formiguinha continuou: viu seu andarilho, o preguiçoso fica sempre a depender dos outros, sempre à sombra dos que produzem. E, além disso, censura-os.
Nós, não!  Apesar de não termos líderes, somos divididas em três castas: machos, rainhas e operárias e cada um tem a sua função dentro da colônia.
Por isso, enquanto o indolente dorme, nós trabalhamos guardando nossa comida no verão, previdente que somos para esperarmos o inverno.
E o preguiçoso ouvindo aquele discurso da formiga, ficou envergonhado ao ver aqueles insetos que vivem em grupos organizados serem tão diligentes. Desconversou da formiguinha, dizendo: pois é minha amiguinha, a senhora me desculpe porque  estou com muita pressa  e vou para casa tirar uma cesta.
E a formiguinha de cá, falou: Vai-te preguiçoso e vê se aprende conosco o que é trabalhar.
E lá se foi o preguiçoso ao encontro de seu ócio.

Dedicado aos garotos; Neno, João Felipe,Gabriel e Pedro. Pequenos escritores que serão GRANDES construtores das letras.
Visitem seus blogs.Eis:

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

domingo, 22 de janeiro de 2012

ÉTICA


imagem do Google



Valor de conduta humana.

Quem tem é bom construtor.

Vive reto e não profana
,
Isola o destruidor.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Idiotice

imagem do Google.


Nossos problemas calados,

Sem rumo, na escuridão,

Mas assuntos abobados,

Zoam na televisão.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A LUA COMO TESTEMUNHA

imagem do Google

Na calçada a moça sentia,
Qual suspiro de fervor,
À luz da lua ela lia,
Os pensamentos de amor.

Seus olhos brilham tanto,
Sua boca só tremia.
Demonstrava seu encanto,
Que só a luz da lua via.

A lua de testemunha
Daquela hora de paixão.
Povoa a mente o rascunho
Sonho, amor e ficção.

Ela volta-se à lua,
Sorrindo olha para ela,
Ilumina a mente sua,
Sente o valor de ser bela.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

AS BORBOLETAS

imagem do Google



Desciam as borboletas,
Abrindo e fechando suas asas,
Elegantes como as violetas,
Um verdadeiro abre alas.

A garotada toda excitada,
Sob aquela nuvem colorida,
Os insetos pareciam pintados,
Pelas mãos de um artista.

Pousavam nas flores do jardim,
Cumprimentando flor a flor.
Eram beijos dóceis enfim,
Distribuídos com amor.

A borboleta tem a singeleza
De uma peça de cristal.
Por onde passa deixa beleza,
Esse bichinho amável.

Do seu jardim cuide bem,
Para que elas venham visitar,
Essas criaturinhas sempre têm,
Muito, para nos ensinar.


Símbolo do renascimento,
Ligeiras e graciosas,
Têm ritmo no movimento,
Que a fazem poderosas.

Quando elas aparecem,
Olho com satisfação,
As amarelas me apetecem,
E refrigera o coração.

Livre é o seu voar,
O destino não importa.
Onde quer que venha pousar,
Eis aí a sua rota.

Elas precisam de amor.
Da nossa parte, com carinho.
Assim em cada flor,
Ela fará o seu ninho.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Viagem inusitada

imagem do Google



De ônibus fui viajar.
Que viagem inusitada!
Crianças ficam a gritar,
E a velha, meio embriagada!

Tinha o homem, na mão , um galo,
Também um pato e uma galinha,
Só faltou entrar o cavalo,
Naquela navezinha.

Rapazes fazendo zoada,
Vinham de uma festa profana.
Não sabiam o tom da toada,
Cantavam de forma leviana.

O barulho era imenso,
A bagunça generalizada,
Fazia um calor intenso,
Em meio àquela algazarra.

Contavam vantagens majestosas,
Que na festa eles praticaram.
Eram tão absurdas e enganosas,
Que os olhos dos amigos duvidaram.

O passageiro não via a ora de chegar,
Para livrar-se daquela situação,
E poder a paz encontrar,
Quando o pé colocar no chão.

Depois de horas rodando,
Eis que o destino desponta assim:
Com o céu sereno e brilhando,
E a viagem chegou ao fim.

domingo, 15 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

SALVEM-SE QUEM PUDER!

imagem do google
Faminto leão.
Vê fácil caça listrada.
Zebra deu no pé.
                                    

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

GOLFINHOS SAPECAS


Adicionar legenda


Lá de minha modesta janela,  
Via o mar azul-turquesa,
Ao longe, vinha a caravela,
Pintada em bela grandeza.

Em frente à embarcação,
Golfinhos sapecas saltavam.
Faziam bonita aparição,
E, logo, no mar mergulhavam.

Apareciam novamente,
Fazendo festa ao visitante.
O grupo muito contente,
Fica todo exultante.

Os golfinhos têm uma beleza,
de encanto e amor natural.
Mostram toda pureza,
Com carinho de efeito especial.


Depois da linda apresentação,
Em cardume, vão-se embora,
Deixando no grupo a vibração,
De uma recepção calorosa.

E são eles, os golfinhos,
Singelas criaturas do mar.
Carecem de nossos carinhos,
Para continuarem em seu habitat.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A TARTARUGA.

imagem do Google



Nas costas conduz a carapaça,
Esta tartaruga felizarda.
Espécie de casa couraça,
Que lhe é a salvaguarda.

Quando lhe vem o perigo,
Recolhe-se em casa depressa.
Este bom e bendito abrigo,
Camufla-lhe e engessa.

Tem fama de vagarosa,
Assim é o seu costume,
Porém prática e jeitosa,
À sua condição assume.

A lebre lhe propôs um negócio:
Enfretarem-se numa corrida.
A lebre zombou e foi ao ócio,
A tartaruga ganhou a partida.

Quando a lebre acordou,
Viu-a na linha de chegada,
Contudo a lebre não se acomodou,
Mas foi a tartaruga coroada.




Observação: As crianças que não conhecem a fábula da lebre e a tartaruga, peçam às suas mamães para elas contarem a vocês.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O canto da cigarra

imagem do google



Pela estrada da vida,
Eu ouço o cantar,
Da cigarra sabida,
Que soa no ar.


No pomar florido,
O som a enfeitar.
A luz do colorido
Daquele gostoso lugar.


No verão, ao entardecer
Sopra a brisa refrescante.
Anuncia o anoitecer,
Com um canto delirante.



O canto daquela cigarra
Traz saudade, recordação.
Tal qual a fanfarra,
Em tempo de comemoração.


Aquele inseto risonho,
Que vive a provocar,
Às vezes com o canto tristonho
Que nos leva a meditar.


Ela, à árvore, se agarra,
Para o seu som soltar.
Canta, canta a cigarra
Até pelas costas estourar.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Eu não sou poeta

imagem do Google



Eu não sou poeta,
Apenas faço rima.
O poeta é um esteta,
De sua obra-prima.

Ele  é um artista,
Dedicado à poesia.
Sonhador e idealista
De tudo o que cria.

Sua forma de expressão,
Renovadora na linguagem.
Agrada ao coração,
De quem ler sua mensagem.

Tem arte poética singular,
Nos diferentes meios culturais.
Hábil no modo de costurar,
Suas peças magistrais.

É sensível por natureza,
É aptidão de todo dia.
Utiliza sua franqueza,
Em tudo que agencia.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

CRISE NA EDUCAÇÃO E FAMÍLIA

imagem do Google



Quando se fala de crise, soa-nos o sentimento de perda.
      A crise nestes tempos pós-modernos está generalizada. Em todas as atividades da vida há esse fantasma e o mundo não se tem dado conta.
      Duas delas, muito me preocupam: a da educação e da família.
      A educação por ser o desenvolvimento das potencialidades dos indivíduos para integrá-los no espaço social em que vivem no tangente à sua capacidade intelectual, física e moral. Sem este tripé não há sujeito bem formado, não há país desenvolvido, não existe gente politizada, servindo de presa fácil nas mãos dos poderosos.
      A propósito, eles não querem educação de qualidade. Observa-se, nitidamente, isto nas escolas, pois há um grande número de projetos que não leva a lugar nenhum. Só querem dados estatísticos. Muda currículo, dizem que nota não prova nada, que o professor deve seguir a tendência do aluno. Exigem quantidade; qualidade é outro assunto. Apesar de parecer paradoxo (as campanhas dizem: estamos fazendo educação com qualidade), não existe esta na política concreta da educação pública brasileira. Não poderia fechar sala de aula por não completar o mínimo de aluno exigido (se não me engano 20 por sala), mas fecha-se.
      O que existe é muito barulho e pouca ação efetiva.
      Se aplicassem, na educação, o que Anísio Teixeira anunciou no século passado, hoje teria um país de primeiro mundo e autossuficiente em sua maneira de prestar esse benefício a sua população.  
      Um país só vai para frente se o investimento em educação for competente.
      Quanto à família é uma instituição em decadência. Aprendemos desde cedo que ela é o conjunto de pessoas ligadas por nascimento ou pelo casamento. Hoje, porém, não existe mais tolerância. As pessoas casam-se e dão-se em casamento já pensando na separação. Já se fala até em casar por tempo determinado! Só para facilitar mais a situação.
      A família tomou rumos diferentes, como a produção independente, a barriga de aluguel e tantos outros. Essas pessoas não pensam nos problemas psicológicos que essas crianças possam ter quando alcançarem entendimento.
      O ter levou os casais a buscarem mais e mais atividades com o afã de ganharem melhor e serem bem-sucedidos, com isso a família ficou em segundo plano. Os filhotes são educados pela TV, por babá, avô (ó), tio (a), cunhado (a), até vizinho. E para suprir essa deficiência da educação doméstica dada por eles, abarrotam as crianças com presentes. Mandam os filhos para as colônias de férias, acomodam-nos em viagens pelo Brasil e exterior, tudo em nome do “desenvolvimento independente” dos filhos. Os próprios pais atestam que não dá para conciliar trabalho e educação de filhos. O resultado é uma geração sem limites, sem educação o que tem refletido tanto na escola como sociedade como um todo. Tempos difíceis!
      É necessário repensar a família, pois como está, essa vai acabar como instituição.
      Como resolver esta situação? Eis a questão!

Postado como tema do mês de janeiro no blog:

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O SAPO

imagem do google



O sapo cururu
Lá do sertão da Bahia,
Não é nada jururu,
Ele canta e assobia.

A meninada na roda do papo,
Em certa noite de luar,
De repente vem o sapo,
E se põe a espiar.

Pula daqui, pula de lá,
O bicho salta para valer.
O garoto vem a perguntar:
Ele “tá” com fome, quer comer?


Não, ele só quer participar,
Desta nossa brincadeira,
Apressa o gordo a falar:
Vou jogá-lo na cachoeira.

O menor fica a choramingar:
Não faça isto com o sapinho,
Ele só quer se esquentar
Deste seco friozinho.


E meio a tanto barulho,
Da gurizada a gritar,
O sapo correu para o entulho,
E de lá ficou a coaxar.




(situação vivida na infância)