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sábado, 5 de março de 2011

A MÁSCARA

do google



Tempo de carnaval,
Povo em folia.
Festa carnal,
Falsa alegria.

O mundo social
A usa para esconder,
O engano fatal
No profundo do ser.

A máscara no rosto,
Não revela a desilusão
De um passado fosco
Cheio de decepção.

Por trás da máscara está,
O falso prazer do momento,
Porém amanhã será,
A lembrança do fingimento.

Quantas máscaras se têm
Para a tristeza disfarçar,
Contudo a hora chega e vem,
O oculto se revelar.

10 comentários:

CARLA STOPA disse...

As alegrias também podem ser falsas e muito caras...Gostei.

Anne Lieri disse...

Muito lindo poema,Tunin!As mascaras um dia terão mesmo que cair!Profunda msg!Bjs,

Vinicius.C disse...

Muito bommm!!

As mascaras passam tanto tempo erguidas, que despi-las talvez só assim... em festas onde se pode tudo ou se pensa poder!

Um forte abraço!

Nos encontramos no Alma.

Vinicius.

chica disse...

Linda reflexão nessa poesia tão bem feita! abraços,parabéns!chica

Nuvembranca disse...

"Poema, esta estranha máscara, mais verdadeira do que a própria face" (Mario Quintana) Eu amei o seu poema.

Sônia Silvino disse...

Certíssimo, meu amigo!
Tunin, não consigo ser tua seguidora no gadget. Aparece uma mensagem pedindo desculpa, para eu tentar mais tarde. Já é a 3ª vez que tento. Continuarei...
Beijos querido!

GRAÇA disse...

Obrigada pela visita e ainda bem que gostas-te da minha mascara
Gostei do poema, ou antes a mamy gostou porque eu não sou muito boa afazer poemas ..gosto mais de jogar a bola com o papel...
Ronrons da
Kika

Mare disse...

"Ó quanto riso, quanta alegria, mais de mil palhaços no salão..."
É isto meu amigo, quem preenche a vida com os valores eternos tem o coração sossegado!
Beijo
Mare

Mare disse...

"Ó quanto riso, quanta alegria, mais de mil palhaços no salão..."
É isto meu amigo, quem preenche a vida com os valores eternos tem o coração sossegado!
Beijo
Mare

Tais Luso disse...

Olá, Tunin, quanta verdade existe neste poema; concordo com tudo!
Belo, luxuoso e falso: tudo por uns dias, apenas. Depois todos voltam à realidade, mais vazia do que nunca.

abraços, amigo!
Tais Luso