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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

É PRA LÁ QUE VOU.





Minha terra é terra seca,
Assim quis a natureza.
Lá o canto Assum Preto,
Exprime sua beleza.

Beleza de vida dura,
Legada ao sertanejo.
Homem de índole pura,
Que desperta desejo.

Desejo de ser amado,
No torrão abandonado.
Em meio ao corredor central,
Da seca mata florestal.

Pedaço de chão sofredor,
Mas cheio de grande vigor.
Mesmo cantando a dor,
É pra lá que vou.

Tunin
Enviado por Tunin em 21/04/2009

Código do texto: T1551401, publicado no Recando da Letra

8 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Lindo poema.Um hino à terra onde pertencemos.
Pode ser seca, ser fria, ter sede ou ser vazia,mas será, sem duvida, a terra amada onde queremos viver e morrer.

Abraço e um dia bom de Todos os Santos.

✿ chica disse...

O torrão natal e a força de sua importância lindamente expressas em tua poesia! Muito legal! abração, tuuuuuuuuuuuuuuuuuudo de bom,chica

Célia Rangel disse...

A Natureza faz com que conheçamos toda a diversidade da beleza de onde vivemos: seca, abandonada ou favorecida é a Terra que nos "planta" ao chão em que vivemos.
Abraço.

Marineide Dan Ribeiro disse...

Célia disse bem...O lugar que vivemos é a nossa Terra querida, não importa como ela se encontra...

Bjussss

Jorge disse...


Olá, Tunin!
Uma poesia que expressa muito sentimento e apego ao torrão natal.
As raízes são importantes, nunca se perdem, estejamos onde estivermos.
Um abraço, amigo!
Jorge

Ordem do Saber disse...

Viva o nordeste. Terra de gente boa e batalhadora.
Terra de Brasileiro de verdade.

Uma boa semana.

LUCONI MARCIA MARIA disse...

Tunin este eu não tinha lido e estava perdendo um poema delicioso, ah como seria bom ir para o nosso torrão, não importa onde é, lá é que pertencemos, teu belo poema encheu-me de saudades, abraços Luconi

soninha cidreira disse...

Torrão natal é sempre muito bom!! Um primor de poesia!! bjs